O preto está na moda.
E continuará na moda.
O preto é clássico.
É fashion.
O preto é tendência.
"Na dúvida, vá com um pretinho básico."
De vernissages a eventos "black tie", é garantia (de quase 100%) de sucesso.
A sustentabilidade está acima da moda; é questão de responsabilidade.
Empresas responsáveis são alvo de consumidores informados.
(Considero a expressão "consumidor antenado" quase jurássica afinal, a informação chega mesmo via cabo. Porém, substituí-la por "consumidor cabeado" não seria solução: soa esquisito, ao menos em português. Portanto, opto pelo "consumidor informado".)
Sabendo disso, as empresas (informadas) se "ligaram" que "fazer o bem faz bem" - o que pode incluir ao seu próprio faturamento.
Sem problema: se a causa é nobre, não há pecado.
A "verdade inconveniente" (belo título do livro de Al Gore) é que, para salvar-nos de nós mesmos, temos obrigação de economizar energia (lamentável que a "pesquisa" feita nas contas de luz da casa do ex vice-presidente americano, o autor do livro, remeta ao dito popular: "faça o que eu falo, não faça o que eu faço").
Então, sejamos pró-ativos: Deletemos o Google! "Ele" não é mais o nosso "browser" de agora em diante. Joguemos o "Google" na lixeira! Utilizemos o "Blackle".
O Blackle é o Google (www.blackle.com).
Desenvolvido em tela (predominantemente) negra.
Até o momento (segundo informações do próprio site), 115.768,3 watts/hora já foram salvos graças a esta característica.
A cor preta demanda menos energia dos monitores.
O produto foi encarado com ceticismo ainda na fase de desenvolvimento, mas como diz sua idealizadora (Heap Media): "cada bit conta".
Lembram-se que "de grão em grão a galinha enche o papo"?
Pois é: nossas avós sempre foram visionárias.